Volta, Zeneca, estás perdoada!…

A Alemanha, juntamente com Espanha, França e Itália, retomou a administração da vacina da AstraZeneca contra o coronavírus na manhã de hoje, 19-3-2021.

O ministro da Saúde alemão, Jens Spahn, disse, em entrevista coletiva, que suspender a vacina foi uma decisão acertada, dada a necessidade de transparência acerca da segurança dos medicamentos distribuídos pelo estado.

O boletim informativo, vulgo bula, que acompanha a vacina será atualizado com mais detalhes sobre o risco que ela representava de provocar um tipo raro de trombose em certas circunstâncias.

“A análise da EMA confirma a nossa opinião: foi acertado interromper a vacinação da AstraZeneca por precaução, até que os casos deste tipo muito raro de trombose fosse examinado”, disse Spahn.

“Teria sido difícil assumir a responsabilidade de permitir que os médicos continuassem a vacinação sem esta informação”, acrescentou.

Em Portugal a retoma da vacinação com a vacina da AstraZeneca está prevista para segunda-feira, dia 22-3-2021.

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Latest comments

  • Abram o jogo, mas o silêncio é cortado apenas pelo fabricante, vamos a guardar. Mas… como vai ser com a recusa?

  • A notícia do público, com as afirmações que se fazem, é simplesmente escandalosa e revoltante. Cheira a
    ditadorzecos de terceira categoria.

    ““Os benefícios da vacina superam claramente qualquer risco de reacção adversa.”
    E para quem morre??

    “Graça Freitas clarificou um pouco melhor esta questão, dando a entender que quem recusar tomar a vacina
    da AstraZeneca, ou qualquer outra, está a recusar a imunização.”
    Se alguém souber de estudos que provem esta afirmação, peço o favor de pôr aqui a(s) ligação(ções). Desde já
    agradeço.

    “They will create the virus and sell you the cures”
    Muammar Gaddafi

    • Mais, quem por qualquer razão ficar impedido de ser vacinado, deve receber do estado o valor da vacina.

  • “Beijing 2019
    But the most recent work of this kind that I came across was an October 2019 paper from several Beijing labs, where the new furin site RRKR was inserted into not just some pseudovirus, but into an actual live chicken coronavirus, infectious bronchitis
    virus (IBV):”

    “An interesting side note is that, as the authors point out, the addition of a furin site allows the mutant virus to infect nerve cells. Perhaps the CoV2 furin site is the reason why some patients with CoV2 exhibit neurological symptoms, including loss of smell:”

    “By the way, how they did it might frighten those who aren’t familiar with modern biotechnology — because the authors inserted this coronavirus spike-like protein into inactivated HIV:”

    “Skipping ahead, I’ll just mention that there were other groups that used in vitro mutagenesis to increase the virulence of coronaviruses, for example, MERS:”

    “SARS-2003
    Just a few weeks after the publication of the above work, the first SARS-CoV epidemic broke out. The Baric group sprang into action. By summer of 2003, they have submitted a paper on synthetically recreating SARS-CoV:”

    “For example, in 2006, Spanish researchers followed in Baric’s footsteps, also creating a synthetic SARS clone, but using an alternative approach (bacterial artificial chromosome):”

    “Wuhan 2007
    That is, the authors inserted different segments from the human SARS-CoV spike protein into the spike protein of the bat virus. Here is their conclusion:”

    “Additionally, in vivo experiments demonstrate replication of the chimeric virus in mouse lung with notable pathogenesis. Evaluation of available SARS-based immune-therapeutic and prophylactic modalities revealed poor efficacy; both monoclonal antibody and vaccine approaches failed to neutralize and protect from infection with CoVs using the novel spike protein.”

    “The authors then checked if their chimeras can infect human cells, and this time they used a live synthetic virus, rather than not pseudo-typed HIV constructs as before:”

    Leitura na totalidade
    https://yurideigin.medium.com/lab-made-cov2-genealogy-through-the-lens-of-gain-of-function-research-f96dd7413748

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