UE reconhece: vacina não acaba com a pandemia

© imagem via Wikimedia Commons

“Hoje, estamos a dar o primeiro passo para estabelecer um amplo portefólio de tratamentos contra a Covid-19. Embora a vacinação esteja a progredir numa taxa crescente, o vírus não irá embora e os pacientes precisarão de tratamentos seguros e eficazes para reduzir a pressão do Covid-19 ”, disse Stella Kyriakides, Comissária para Saúde e Direitos Humanos da União Europeia, em 29-6-2021.

Segundo o L’Observateur du Maroc & d’Afrique de 26-7-2021, a EMA (Agência Europeia do Medicamento) promoveu, mais de ano e meio após o início da pandemia, a utilização de tratamentos para a Covid-19, notícia que não encontrou eco na comunicação social dominante.

Logo após a eclosão da pandemia, a OMS e todos os reguladores e autoridades de saúde que seguem as suas orientações, aconselharam medidas de contenção que vão do lavar de mãos aos confinamentos e fizeram saber que a pandemia só acabaria com a vacinação de quase toda a população terrestre. A maioria dos governos seguiu atrás dessas recomendações e implementaram regras sanitárias e sanções para quem não as cumprisse.

Grande parte das pessoas confiaram nas autoridades e acreditaram que, com a vacina, se venceria a pandemia. As multinacionais farmacêuticas ocidentais lançaram-se na corrida, bem como russos e chineses.

As vacinas foram desenvolvidas em tempo recorde (menos de um ano) e obtiveram autorizações de emergência por parte dos reguladores, apesar da ausência de alguns ensaios clínicos. Começaram a ser administradas no início de 2021 e, em todo o mundo, já quase 30% da população recebeu pelo menos uma dose de alguma vacina.

Apesar disto, não há sinais de abrandamento da pandemia. O número de casos e mortes tem tido um crescimento linear, atualmente com cerca de 200 milhões de casos confirmados e mais de 4 milhões de mortos – uma letalidade de 2% em relação a casos confirmados. Estes números podem duplicar daqui por um ano.

Nos países com elevadas taxas de vacinação como os EUA, RU, Israel, verifica-se uma redução da mortalidade mas não do contágio. Significa isto que os vacinados continuam a infetar pessoas, havendo também vacinados que ficam doentes e alguns até morrem.

Logo quando apareceram, as vacinas geraram debate sobre a sua eficácia e segurança. Com algumas vacinas, sucederam-se casos de reações adversas, alguns com desfecho fatal (segundo o relatório do Infarmed, em Portugal houve pelo menos 11.314 casos RAM, com 303 hospitalizações e 68 mortes associadas à vacinação).

Agora sabe-se que as vacinas, ao contrário do que se pensava, não vão conter esta pandemia, quando muito reduzem a probabilidade de morte dos vacinados, e só desses, mas ainda assim não a reduzem a zero nem impedem a infeção.

A OMS e os reguladores que a seguem desaconselharam todo e qualquer tratamento medicamentoso para a Covid-19, apenas usados em casos graves, e só há bem pouco tempo a OMS os aconselhou, possivelmente após pressão da classe médica no terreno.

Com o fracasso das vacinas em conter a pandemia, ressurge por parte dos reguladores, nomeadamente da EMA, a ideia do combate precoce à pandemia por via medicamentosa à qual se opuseram durante mais de ano e meio, descartando toda e qualquer proposta da classe médica nesse sentido.

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Latest comments

  • Concordo com o texto sobre a não eficácia da vacina no combate á pandemia. Os vacinados podem contrair de novo o vírus e pior, contagiar outros. É como a gripe. A vacina da gripe actua da mesma forma. Eu não apanho a vacina. Nunca apanhei a da gripe e nunca fui contagiada. Agora pergunto: sou livre em recusar a vacina para este novo covid. O que vai acontecer? Vou ter que me acautelar na mesma como faço com a gripe inclusive até dos vacinados com o salvo conduto, pois estes mesmo com a vacina podem estar contagiados. Podem entrar nos restaurantes e andar por aí. O que pode fazer a diferença é a máscara e desinfecção das maosy. É o que eu faço. Ainda não ouvi ou li nada sobre o que vai acontecer com os não vacinados. Os vacinados têm passaporte e os os não vacinados? Vão ter que usar uma braçadeira com algum símbolo? O covid, da maneira como informam está longe da verdade. Contradições e mais contradições, morrem pessoas depois de vacinadas, apanham a vacina sem prescrição médica, com a informação das suas patologias, etc. Tudo isto me causa confusão e me leva a recusar a vacina. Disse.

  • Apesar dos apesares
    Com falhas e incertezas, sobre a vacina contra COVID-19, nada acontece por acaso e a pandemia não é um acaso da vida, para superarmos verdadeiramente a pandemia ainda temos muito campo de batalha a trilhar e sobretudo nos adaptar a uma nova fase da vida, com ou sem vacina…
    Mas não devemos deixar de sermos gratos por todos que trabalham de alguma maneira para nos ajudar, independente dos resultados finais!
    A falta de Gratidão também é uma enorme pandemia!

    Um obrigada de coração a todos que lutam para contribuir para um mundo melhor…

  • “As vacinas foram desenvolvidas em tempo recorde (menos de um ano)…”
    Peço desculpa, mas Robert Malone foi que inventou a tecnologia das “vacinas” mRNA nos as 80 e parece que porque eram muito perigosas, nunca viram a luz do dia.

    O que se está a passar faz do sr Salazar um santo. Para nosso bem somos chantageados a levar com esta “vacina”, caso não resulte é para bem dos outros e se mesmo assim continuar a não resultar há toda uma série de tentativas, como não poder comer dentro de um restaurante, passaportes para viajar etc, etc. Só falta quem não quiser ser cobaia, ter de usar a cruz de Davide.
    Como é sabido este vírus passou a ser estudado por um laboratório chinês (além de noutros países), porque nos USA foi proibido, e com o conhecimento e financiamento por portas e travessas, pelo faucci, entre outros. Logo, fico alerta para as variantes…
    Vivemos tempos muito estranhos.

    Podem ver Robert Malone neste vídeo censurado no youtube

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