A arrogância, o espírito de vingança e a mesquinhez conduziram Bruxelas à recusa na compra e distribuição das vacinas russas e chinesas e à guerrilha permanente contra a vacina da AstraZeneca, pelo facto de ser uma produção do Reino Unido, o tal país que, após

A África do Sul, um dos poucos países de África seriamente afetados pela Covid-19, com quase metade das mortes do continente africano, já saiu da segunda onda da doença mas ainda só vacinou 0,45% da população até 1-4-2021, dia em que Israel já tinha 55%

Aconteceu aquilo que se temia: as farmacêuticas falharam nas entregas de vacinas à União Europeia. A falha nas entregas deixa mais de um milhão de portugueses sem vacina até ao final do primeiro trimestre, adiando para o final do verão a vacinação em massa. Das