Que pergunta tão parva, pensará a maioria. Mas, neste mundo às avessas, já há muitos a afirmar que não há como desvendar tal mistério. Surreal, não deixa de ser o facto de muitas feministas responderem que “mulher não existe”.

Se as vacinas contra a COVID-19 não reduzem, ou têm um impacto residual na infeção, e não têm efeitos na transmissão, qual o interesse de vacinar indivíduos (nomeadamente crianças e adolescentes) sem comorbidades e com risco quase nulo de sequelas graves ou morte por COVID-19? Mesmo fazendo abstração dos efeitos adversos imediatos e sem saber quais serão os