Há muitas coisas que dão sensações de segurança, mas que talvez não sejam noticiadas por simples impossibilidade material: não caberiam nos jornais. Uma delas é o incomensurável tamanho do descrédito desta rede criminosa, incluindo jornais que reportam matérias como veículos de propaganda das autoridades, sem

Mark Zuckerberg, Sundar Pichai e Jack Dorsey foram ontem, 25-3-2021, grelhados numa sessão na Câmara de Representantes, dos EUA, sobre a informação e desinformação nas plataformas de comunicação do Facebook/Instagram, Google/Youtube e Twitter.

A "Carta aberta às televisões generalistas nacionais" publicada no Público, de 23-02-2021, não me causou admiração. O tom, a forma e o conteúdo da carta, exigindo aos jornalistas e comentadores o exercício da autocensura, é uma marca estruturante do pensamento e linguagem de esquerda. Onde

Há pouco mais de dois anos, uma apresentação interna da Google (The Good Censor) transpirou para o conhecimento público e, basicamente, afirmava a ideia de que a liberdade de expressão, um conceito fundamental nas democracias liberais, já não era aceitável na internet e se tinha