O sabor dos milhões do “Príncipe”

A empresa Odebrecht terá subornado com dois milhões de euros, a partir de conta no banco português Banif, alguém que designou como “Príncipe”, entre novembro de 2008 e março de 2009, relativamente ao negócio, no primeiro Governo Sócrates, de construção da polémica barragem do Alto Sabor – noticiou António Sérgio Azenha, no CM, de 26-12-2020.

O “Príncipe”, que não está formalmente identificado, não foi (ainda) constituído arguido neste processo de corrupção.

A construtora brasileira, envolvida na operação de corrupção Lava Jato, costumava atribuir nomes de código aos políticos a quem pagava comissões pelos favores, como, alegadamente, o presidente Lula (o “Amigo”), membros do governo, parlamentares, ministros do supremo tribunal.

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