O totalitarismo sanitário e as “novas” doenças

As “novas” hepatites e, depois destas, a varíola dos macacos parecem estar relacionadas com doentes portadores de imunodeficiências — porque mal seria haver salto de espécies para indivíduos saudáveis…

Qual a epidemia que se segue?

Este estado de coisas mostra até onde quem controla a Organização Mundial da Saúde (OMS) e, por sede de poder, muitos governos ditos liberais, sem escrutínio dos média (com raríssimas excepções), pode atingir a liberdade das populações. Tudo em nome da saúde física, atendendo a que a saúde mental é quotidianamente destruída se nos regularmos pela definição de doença estipulada há anos pela OMS.

Apesar do avanço da Medicina, os casos de hepatites em crianças foram noticiados de modo ignorante e hiperbólico pelos mainstream media, com más soluções ou até sem elas (via a norte-americana CDC e congéneres), como se tivesse caído do céu um vírus diferente ou uma nova entidade clínica de causa desconhecida.

Hoje, com os meios de que se dispõe para diagnóstico clínico de qualquer causa de doença, as “novas” hepatites não são, afinal, “doenças velhas em ambiente novo e com alteração das condições do hospedeiro” ou um novo “síndrome de imunodeficiência adquirida” no grupo etário de crianças e jovens, confinado numa bolha pelas medidas generalizadas contra a Covid-19?

Alguma vez foi feita uma estratificação de risco para a SARS-CoV-2 por grupos populacionais, atendendo à especificação da doença?

Ora, a população atingida por estes casos não foi vítima do obscurantismo a que as CDCs e congéneres sujeitaram as populações com medidas draconianas que provocaram nessas crianças e jovens, ao caso, uma “síndrome de imunodeficiência adquirida” provocada por essas mesmas medidas?

Os reguladores das profissões médicas CDC, NIAID, NIH, EMA, OMS (esta última com ligações estreitas ao regime ditatorial da República Popular da China e subsidiada por oligarcas ocidentais), no mundo supostamente livre e em nome do embuste e dos interesses dos governos possíveis das democracias liberais, conseguiram impor às populações jovens, em nome da “Ciência” e do terror, um sistema totalitário com justificação sanitária para verificar até que ponto as massas obedecem, como um grande ensaio digno de Orwell, à semelhança do regime parceiro chinês.

O mesmo fizeram aos mais velhos, presos ainda hoje em lares e outras instituições do género. Ditaram coercivamente medidas que nunca deveriam ter sido aplicadas às populações jovens e saudáveis. Dois anos depois, surgem estes quadros clínicos causados por essas medidas extremas determinados pela “Ciência Médica”, não escrutinada e muito menos discutida por quem de facto sabia de Medicina sob pena de expulsão ou exclusão, por esses órgãos reguladores da profissão médica ou por organismos reguladores da doença ou controlo destas.

Aguardo o escrutínio, mas apenas a da verdadeira Medicina baseada na observação e na clínica, como deveria ser e como sempre foi. Não o produto de critérios escusos que tem sido a norma dos governos e dos organismos reguladores acima indicados, fechados na sua “Ciência” publicada com autorização e recomendação da Big Pharma e das universidades dependentes. E as populações são vítimas desta associação de interesses totalitários e financeiros.


J. Lopes

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