Nuremberga 2.0: Declaração de Varsóvia contra o novo totalitarismo

Em 15-11-2021, decorreu em Varsóvia a primeira sessão da Comissão de Inquérito Parlamentar sobre a COVID-19, que contou com a direção dos famosos advogados alemães Reiner Fuellmich e Viviane Fischer, que denunciam uma vez mais os “crimes contra a humanidade” dos grandes internacionais, tendo para este think-tank convocado intelectuais e advogados polacos.

Abaixo reproduz-se a tradução em português da mensagem original (France Soir, 23-11-2021).

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«Varsóvia, 16 de novembro de 2021

Declaração de Varsóvia contra o novo totalitarismo


Em novembro de 2021, da capital polaca, Varsóvia, enviamos hoje ao mundo inteiro esta mensagem tão importante e tão urgente.

É para nós evidente que a humanidade se encontra neste momento diante do maior desafio da sua história. Grandes multinacionais, com atividades principalmente nas áreas digital, bancária e farmacêutica, empreenderam uma grande remodelação do nosso mundo e, ao fazê-lo, destroem de uma maneira sem precedentes a saúde, a riqueza e a vida de milhares de milhões de pessoas.

A fim de expandir as suas áreas de influência e ação, os grupos globalistas, centrados numa ideologia sanitária, iniciaram – com premeditação – atos criminosos destinados a causar o caos global, resultando em grandes movimentos sociais, problemas económicos e guerras sangrentas. Atualmente está estabelecido que o remédio previsto para tal situação deve ser um apertado controlo político e financeiro imposto às populações, sob o pretexto de uma falsa preocupação de preservação da saúde, equilíbrio económico e segurança.

Governos de vários países, sob a influência de globalistas, lutam contra a sua própria população, numa escala nunca antes conhecida. Esses governos tornaram-se, portanto, os supervisores locais de grupos opressores e grupos criminosos internacionais. Os governos têm, na maior parte, monopolizado a esfera dos media e, assim, obtiveram a submissão no campo do controlo e coação, ao quebrar as leis fundamentais e as liberdades individuais, por meio de mentiras, terror e medo. Os efeitos nocivos dessas ações são conhecidas hoje pelo aumento do número de mortes, pela atividade com destruição económica e pela dificuldade de acesso à saúde.

A quebra sistemática do sigilo, bem como de questões médicas e da privacidade são de grande preocupação. Ao mesmo tempo, surgem no nosso horizonte perigos ainda maiores. Até ao momento, não sabemos de quaisquer efeitos de longo prazo das experiências médicas impostas por grandes grupos farmacêuticos. Não sabemos qual será a extensão dos danos causados ​​da limitação artificial da atividade económica e das relações entre seres humanos.

É da capital polaca, do país que viveu os dois períodos totalitários do século XX, que apelamos a todas as pessoas de boa vontade para que se unam para além das suas divisões, em face da escravidão que se está rapidamente a aproximar de todos nós.

A vida humana não pode ser governada por nenhuma ideologia que ameace a dignidade da pessoa humana, verdade e leis naturais. A dignidade humana é um valor intrínseco, inato e natural do Homem, independente do contexto social e histórico. Por isso, a pessoa humana não deve ser tratada como um objeto manipulável ​​nem como um meio para qualquer fim – como aqueles previstos por ideologias totalitárias. A dignidade da pessoa humana continua a ser uma fonte de direitos fundamentais básicos invioláveis, como o direito à legítima defesa, à liberdade e à propriedade, o direito à verdade e ao trabalho… A vida humana não pode, em hipótese alguma, tornar-se objeto de restrições, manipulação ou exploração.

Insistimos que a mentira propagada atualmente pelos meios de comunicação e até mesmo através dos círculos científicos, clama por um retorno à verdade entendida como a coerência entre a realidade percebida e a realidade vivida. Será um processo longo e difícil, no entanto, ninguém está isento do dever de buscar a verdade objetiva. A desinformação e pseudociência (também à escala global) deve despertar não apenas grande preocupação mas também condenação. O relativismo leva inevitavelmente à escravidão e ao totalitarismo.

No nosso entendimento, todas as leis deveriam respeitar absolutamente a lei natural que dá às leis e decretos uma dimensão moral e serve para o verdadeiro bem do Homem. Por outro lado, o positivismo jurídico contrário às exigências da lei natural não tem valor de compromisso moral. A lei legal injusta deve ser questionada por meio de desobediência civil, e até mesmo ser considerada nula e sem efeito. O direito à desobediência a estas leis é uma característica do direito subjetivo perante a autoridade.

É nosso dever resistir à autoridade que abusa das suas prerrogativas, assim como é necessário lutar contra a ditadura em todas as suas formas. Não protestamos apenas contra as várias formas de assédio, mas acima de tudo contra o poder tirânico que não tem nome e que governa hoje o mundo das finanças, dos media, com vigilância policial e política. A dignidade humana, a verdade e o direito natural não poderão perder contra o novo totalitarismo.

Estejamos firmes ao lado dos valores humanos mais importantes e preciosos. Permaneçamos unidos, mantenhamos a coragem e sejamos ativos. Com certeza vamos ganhar!»

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