Cientistas encontram sete novas variantes do SARS-CoV-2

Segundo um estudo publicado a 14-2-2021 pela revista médica MedRXiv, no final do ano 2020 surgiram nos EUA várias variantes do coronavírus SARS-CoV-2.

Note-se que o artigo em referência é uma pré-impressão, não certificada pela revisão por pares. Isto é, relata uma pesquisa médica ainda não avaliada, não devendo, por isso, ser usada para orientar a prática clínica.

Segundo este estudo, os pesquisadores descobriram sete variantes do SARS-CoV-2 nos Estados Unidos. Não se sabendo ainda se essas variantes são mais transmissíveis e/ou mortais do que a cepa original. Porém, os investigadores mostram-se preocupados que assim possam ser, na medida em que a evolução de todas elas se deu na mesma parte genética do vírus.

De acordo com o The New York Times, o co-autor do estudo em questão, Kamil, desconhece quando e onde estas variantes possam ter tido origem, tendo as amostras sido recolhidas em todos os estados dos EUA. As amostras mais antigas onde foram encontradas variantes constam do banco de dados utilizado no estudo e correspondem a pesquisas feitas por cientistas do estado do Novo México em outubro de 2020.

Estas variantes, segundo se pode concluir do estudo, não estão relacionadas com as variantes inglesa, sul-africana e brasileira do SARS-CoV-2.

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