Lockdown? “Teikirize”…

O rastreador semanal do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), calculado pela OCDE, mostrava, em 10-2-2021, que a decisão francesa de não reconfinar provocou um queda mais pequena do PIB do que no Reino Unido e na Alemanha, países que reforçaram as restrições no âmbito do confinamento.

O futuro próximo dirá até que ponto o Reino Unido e a Alemanha vão conseguir manter o confinamento e o reforço das restrições e quais as implicações de um confinamento prolongado nas economias destes dois países.

Álvaro Santos Pereira, economista-chefe na OCDE e ex-ministro da Economia no Governo Passos Coelho, publicou, em 11-2-2021, um tuíte sobre este assunto, chamando a atenção para os efeitos que os confinamentos prolongados têm nas economias.


Redação

*A imagem de destaque foi editada.

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  • A França pode decidir não seguir apenas o tratamento preventivo, ou sejam as medidas pessoais, mas sem confinamento. Se houver inteligência e conhecimento baseado na ciência e na arte da medicina, não abandonando a “silver bullet”, há estudos mais que suficientes para tratar os doentes com Ivermectina, na profilaxia e nas várias fases da doença, evitando o que se tem feito até agora no “mundo desenvolvido”, ou seja abandonar os doentes à sua sorte, e havendo sorte, os que vão piorando inevitavelmente vão para os UCIs, com protocolos não estabelecidos permitindo nestes casos individualizar estes tratamentos avançados, porque cada cada caso é um caso. Portugal não é a Alemanha, não tem condições para não aproveitar este tratamento e para rapidamente o adoptar, sem esperar mais pela “medicina baseada na evidência, coisa que este vírus não respeita, porque é diferente em tudo aquilo que se conhece até hoje em doenças infectocontagiosas, melhor dizendo nem se trata de um vírus respiratório, não funciona como tal, provoca a uma doença pela resposta inflamatória extrema que provoca, a conhecida tempestade de citocinas. Não me recordo do cumprimento destas regras tão exigentes, terem sido cumpridas na aprovação do Remdesivir que não foi criado para tratar este vírus e nunca provou em estudos publicados a sua eficácia, muito antes pelo contrário. Portanto o aconselhamento de um medicamento caríssimo que nunca passou da fase experimental nunca poderá ser comparado com o uso da alternativa, cada vez mais usada em todo o mundo e com provas dadas nas várias fases e praticamente inócuo. É altura de haver assumpção de responsabilidades em vez de ameaças e de acusações de charlatanice, já nem falando nas vacinas que passaram à fase seguinte, com tantos cuidados. Há lugar a tudo e pede-se como em França acontece, na África do sul, nos USA em muitos locais e pelo menos em 2 países da UE. Palavras duras poderão ser ditas, ameaças podem ter repercussões de ricochete da parte de quem deve decidir, antes de continuar a destruir um país exangue e de luto há muito, com perda de esperança de vida que pode ter recuado cerca de pelo menos 5 anos e com um PIB a recuar cerca de 7%. Pede-se que se encare este país pelo que é, um país com prosápia do 1º mundo, mas com perdas e serviços de saúde que só recuperarão até níveis de 2019, apenas dentro de cerca de 5 anos em mortalidade geral e em medicina preventiva e curativa digna de um país Europeu.

  • Assunpção.

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