Covid-19: Médicos e farmacêuticos portugueses promovem uso da Ivermectina


No passado dia 10-2-2021, médicos e farmacêuticos portugueses que promovem a divulgação da Ivermectina para o combate à Covid-19, realizaram uma sessão virtual de esclarecimento sobre a prática clínica e a experiência internacional.

Os participantes nesta sessão, conduzida por Carlos Enes, foram: Helena Dias Alves, presidente do Colégio de Imunohemoterapia da Ordem dos Médicos; António Ferreira, especialista de Medicina Interna, do Centro Hospitalar Universitário de São João e professor da Faculdade de Medicina do Porto; Germano de Sousa, Bastonário da Ordem dos Médicos (de 1999 a 2004), especialista em Patologia Clínica, e professor da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa; Almeida Nunes, especialista de Medicina Interna; António Pedro Machado, especialista de Medicina Interna; Henrique Carreira, assistente Graduado de Medicina Geral e Familiar; e Pedro Ferreira, farmacêutico comunitário e vogal da direção da Associação Nacional das Farmácias.

O medicamento está a ser usado na prevenção e tratamento dos primeiros sintomas da Covid-19. O fármaco existe desde 1987 e tem patente caducada, sendo por isso vendido como genérico e a baixo preço. Também é produzido em Portugal.

Devido à urgência, os médicos têm testado fármacos aprovados para uso humano noutras doenças cuja posologia adaptada às comorbilidades dos doentes e efeitos secundários têm conhecimento consolidado e, deste modo, possuem baixo risco no tratamento da Covid-19, como foi o caso da hidroxicloroquina e da cloroquina.

Os laboratórios que desenvolvem antivirais de moléculas patenteadas e as vendem com preços elevados, procuram garantir uma aprovação rápida destes fármacos, ainda sem o conhecimento plenamente consolidado dos seus efeitos secundários. Ao mesmo tempo, estes laboratórios e suas filiais procuram desmerecer os medicamentos antigos e obter oportunidades para a compra dos novos pelas entidades governamentais. Fazem-no através da ação de lóbis e seus contactos, bem como de campanhas mediáticas e publicitárias, gerando o pânico na população.

A título de exemplo, veja-se o escândalo do antiviral Remdesivir: Portugal comprou 100 mil unidades em outubro de 2019, por 35 milhões de euros e veio a ser considerado inútil no combate à doença.


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Latest comments

  • A Ivermectina já deixou de ser ‘crucificada pelas autoridades de saúde da África do Sul e dos EUA. Escreveram que poderá ser usada mas só por decisão e acção de médicos. Nos EUA há umas poucas centenas de médicos a usá-la.
    Ver as ações deste grupo « Ivermectin is effective for COVID-19: real-time meta analysis of 33 studies »
    em: https://ivmmeta.com/

    Talvez leve muito tempo. Mas vale a pena. Comece por aqui:
    Escreva no google ‘Remdesivir published without peer review’
    Mas há mais artigos, da Primavera de 2020.
    oliveira

  • Recomendo a verificação da data na última linha! Deve ser Outubro 2020, pois em 2019 ainda o covid não era problema para Pt.

  • Ainda bem que há Médicos neste paiseco — onde os licenciados são funcionários públicos.
    Vamos tratar pessoas com fármacos baratos mas bons: senão não estariam no mercado há vinte (40) ou sessenta (60) anos.
    Não dão o lucro que as farmacêuticas quereriam. Por isso, estas andam a promover fármacos sem provas dadas (o Remdesivir era conhecido como o remédio à procura de doença ), bem como a promover vacinas sem provas dadas.
    Vamos para a frente. Que para trás…
    oliveira

  • O Remdesivir, Gilead Sciences é um medicamento que não foi desenhado para a Covid 19, é um medicamento que já tem uns anos e foi criado em 2009 para tratar a Hepatite C e infecções pelo VSV (vírus sincicial respiratório), não funcionou na hepatite C e foi proposto entretanto como potencial tratamento contra o vírus Ébola e nas infecções pelo vírus de Marburg, semelhante ao Ébola, provocando também febres hemorrágicas muito graves.
    A Gillead Sciences também vendeu ao estado português o Oseltamivir, através da Roche, em 2009 gripe A, H1N1, foi incinerado na quase totalidade por não ter sido utilizado como se previa, penso que gastaram mais de 20 milhões de Euros.
    Está por saber porque é que e como foi autorizado, em França há polémica por conflito de interesses com várias pessoas envolvidas, por cá ir-se-á, ou não saber. Tem trabalhos onde lhe são imputadas efeitos secundários graves ao nível hepático e renal.
    Vejo, esta conferência com grande interesse e fiquei até muito admirado de a ver, atendendo ao receio de processos por aplicação extra bula, o que não é nada do outro mundo na clínica prática, como foi o caso do uso da hidroxicloroquina no tratamento de patologias do foro da Reumatologia e durante meses, com doses relativamente elevadas, daí também o uso em alguns centro com papéis publicados para tratamento em fase precoce da Covid 19, mais a azitromicina um antibiótico macrólido que actua ao nível da síntese proteica, sendo utilizado em caso de alergia à penicilina e na bronquite crónica, conforme aindicações internacionais e comprovadas, sem problemas de resistências bacterianas dos betalactâmicos e das cefalosporinas e outros.
    Pronto, fica aqui o meu comentário em relação talvez à confusão em relação ao ano de 2019.
    Cumprimentos a todos.
    J Lopes

  • No Brasil estão a usar aquilo a que eles chamam o “cocktail”, onde entra a Ivermectina, a HCQ e mais umas vitaminas e elementos, como substituição às vacinas.

    Não atribui imunidade per si, mas aplicada aos primeiros sintomas (daqueles que os chegam a ter) permite passar tangencialmente ao problema, adquirir imunidade natura e … siga a vida. A gaita é que, nos estados e/ou prefeituras onde reinam pancadas socialistas, vedam ao máximo a distribuição dos fármacos o que, aliado aos confinamentos, mata que se farta.

  • Onde é que se arranja o ivermectina, alguém me explica, por favor?

  • Está mais que comprovado quanto o tratamento precoce e a tratamento inicial de um infectado pode ser resolvido com ivermectina, mas há um outro medicamento que mata e que precisa de ser usado, denominado INTERESSES de cujo o principal defensor é a ONU/OMS, financiada por capetas como, por exemplo, o capeta Bill Gates.

  • Boa noite!
    Sou um cidadão de 71 anos de idade que se interessa muita pelas causas médicas desde muito novo, tenho pesquisado imenso sobre esta prática usada na medicina e que por vezes me deixa iquivocado quanto ao uso ou não da Ivermectina. Penso que o uso deste medicamento deve ser usado na prevenção do corona virus Covid 19. Assiti muito concentrado no que acima tem o link da conferẽncia dirigida pelo Jornalista Carlos Enes e concentrou Médicos ilustres e conceituados deste País. Ouvi atentamente tudo o que foi dito, e uma coisa me ficou no ouvido, o que move estes médicos, é a luta pela saúde dos portugueses. Pessoas como o Dr Germano Sousa, Dr António Ferreira, Dr Almeida Nunes. Dr António Pedro Machado, Dr Henrique Carreira, Dra Helena Dias Alves e Dr Pedro Ferreira, da área das farmacêuticas, fiquei muito honrado por esta conferencia me trazer a confirmação de que a Ivermectina é um medicamento que deve ser usado por aqueles que querem ter uma vida melhor. Eu, sou saudavel, minha esposa um pouco menos saudável e um cunhado com mais problemas de saúde com algumas patologias associadas à cardiologia, hérnia inguinal volomosa e alguma deficiência motora e mental.
    Faço uma pergunta, como poço adquirir Ivermectina para mim e os meus. Sei que não é fácil, mas gostava mesmo de saber como? O meu muito obrigado. Os melhores cumprimentos. Óscar Ferreira

  • Alguém me pode indicar o contacto do Dr António Pedro Machado que é o médico que conhece bem a Ivermectina e que a aconselha , mesmo como forma preventiva.
    O Dr António Machado não quer a vacina , mas utiliza de forma profilática a Ivermectina.
    Este vírus não perdoa aos idosos.
    Obrigado.

  • Boa noite! Mais uma vez estou de vollta a esta página, e agora só para pedir a quém me possa ajudar a adiquirir a Ivermectina, para mim, para a minha esposa e para o meu cunhado, eu não quero a vacina se for a da Astrazeneca, pois esta é maligna. Peço por favor a quem possa ajudar na compra da Ivermectina. A todos o meu muito obrigado.Deixo aqui o meu mail ,
    oscartferreira@hotmal.com
    Com os melhores cumprimentos,
    Óscar Ferreira
    Nota: Os meus parabéns para o Jornalista Carlos Enes pelo excelente trabalho feito ao aglomerar Médicos ilustrissimos e ainda o farmeceutico presente. Parabéns.

  • A Ivermictina necessita de recita médica. Como não existe há venda, tem de ser manipulada (elaborada) num laboratório. O processo é este: adquirir a receita médica, mesmo que o médico a receite manualmente, isto é, sem o formulário do computador, levá-la a uma farmácia que, por sua vez, a encomendará ao laboratório. Cada cápsula de ivermictina 6 mg (recomendável dado que é a dosagem habitual deste medicamento nos países onde é vendido), fica por, aproximadamente 70 cêntimos.

  • Ivermectina, adquirida por receita médica. Habitualmente é encomendada porque é considerado manipulado há farmácias que o fazem em cápsulas de 6 mg e de 3 mg, ou só de 6 mg.
    Tem de ser um médico da vossa confiança. O preço depende da quantidade encomendada.
    Há um problema que está a surgir e que será complicado é o síndrome pós covid. Depois apresentarei o quadro clínico que está estabelecido e é um quebra cabeças e gerador de grande sofrimento nos casos moderados graves. Os doentes que tiveram pneumopatia por covid podem ficae com sequelas.

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