Ivermectina reduz mortalidade Covid em África, diz estudo

Um estudo recente, não financiado e publicado na revista científica MedRxiv a 26-3-2021, pretende esclarecer a razão pela qual em certos países de África a morbilidade e mortalidade da Covid-19 foi muito menor que noutros do mesmo continente.

Partindo do facto que não foi ainda possível aos cientistas determinar a razão do baixo número de casos e mortes de Covid-19 em certos países africanos, e usando o método do teste de Welch para as comparações estatísticas, o estudo apresenta, no resumo, os resultados seguintes:

“A morbilidade e mortalidade foram, estatisticamente, significativamente menores nos 31 países que usam o Tatamento Comunitário com Ivermectina. As taxas de recuperação e letalidade não apresentaram diferenças estatisticamente significativas. A esperança de vida média foi, estatisticamente, significativamente maior nos países não endémicos.”

As conclusões do estudo dadas no resumo, estabelecem que:

“A morbilidade e mortalidade nos países endémicos de oncocercose são menores do que nos não endémicos. O tratamento da oncocercose dirigido pela comunidade com ivermectina é a explicação mais razoável para a diminuição da morbilidade e da mortalidade em África. Em áreas onde a Ivermectina é distribuída e usada por toda a população, ela leva a uma redução significativa da mortalidade.”


* O realce a negrito é da redação do Inconveniente

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  • Os senhores da EMA, da OMS e da ONU, são gente sem alma, adoradores das plutocracias da Big Pharma e das Big Tech, adoradores e obedientes corruptos.
    A EMA aprova medicamentos como o caso do Remdesivir, sem estudos que comprovem eficácia, antes comprovam efeitos secundários graves, no entanto, aconselhou a sua compra pela UE.
    Os países e alguns governos da UE compraram, Portugal então gastou 36 M de Euros na coisa, a França depois de grande polémica e acusação de corrupção a médicos e farmacêuticos, fez recuar o negócio e a Gillead Science transformou o negócio, em 1 M de Euros que ofereceu ao Estado francês a título de pro bono.
    Por cá, se alguém for castigado por ir contra a corrente, deve argumentar sempre com uma pergunta decerto no mínimo incómoda: quem foi que aconselhou a compra do produto, sem estudos e porque ainda se aguarda decisão do Infarmed, com estudos e meta-análises, realizados em vários países, sobre o uso da Ivermectina no país mais pobre da UE.
    A OMS, pelos vistos transformou-se há um anos numa organização permeável a interesses que pouco têm a ver com a saúde das populações, especialmente já nem defende as populações dos países pobres, tem feito uma gestão da pandemia desde o início que deveria ser julgada mais tarde, também acha que não há estudos suficientes para o uso da Ivermectina, tem lá um monte de estudos e decerto não pode nem deve pensar por irrealista, que as vacinas são a solução mundial da crise Covid 19, estudos da FLCCC Alliance e o BIRD https://ivmmeta.com/, podem ver aqui: https://youtu.be/XznY3XhMX1M
    A ONU, chefiada por um indivíduo que saiu do pantanal em que transformou Portugal, agora dedica-se a causas mais nobres, ao armazenamento do CO2 que infelizmente para ele e para os seguidores dos Gates deste mundo é uma molécula sem a qual o planeta e os animais e plantas não podem prescindir, mas o tipo até se deixou fotografar não em água pantanosa, mas em água limpa, até aos joelhos. Não vê mais nada, a moleza está-lhe na alma.

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