Guiana: o que está em causa?

A Répública Cooperativa da Guiana, ou simplesmente Guiana, foi uma colónia britânica até 1966, ano em que se tornou independente. Porém a Venezuela, desde que conquistou a sua independência em 1824, reivindicou a área de terra a oeste do Rio Essequibo. Mas em 1899, um tribunal internacional determinou que a terra pertencia à Grã-Bretanha.

Recentemente a Venezuela reclamou a posse dessa parte do território da Guiana independente e realizou um referendo em que alegadamente 95% da população da Venezuela teria concordado com a anexação do referido território. Para perceber a situação, veja-se a entrevista no vídeo mostrado mais abaixo com o Presidente da Guiana, Dr Irfaan Ali.

Chamamos ainda a atenção para a pressão neo-colonialista de tipo climático exercida pelo entrevistador sobre o Presidente da Guiana mas a que ele soube responder com muita determinação e assertividade.

Henrique Sousa

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Sub-diretor do Inconveniente

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  • Sei que não te a ver com o temas. Tirei ligação do Dragoscópio
    “O dinheiro vivo, o direito à utilização de numerário, está a ser ameaçado em vários cantos do globo. Também a UE prepara a introdução do euro digital, emitido pelo banco central europeu. Mas as notas e moedas são métodos de pagamento cruciais, facilitando a inclusão financeira de todos os segmentos da população, garantindo a liberdade, a privacidade, o anonimato individuais e a soberania nacional. Além da possibilidade do controlo totalitário de todos (incluindo a utilização do dinheiro digital como política monetária) verificar-se-á a exclusão de milhares de pessoas que, por uma razão ou por outra, dependem de dinheiro vivo para pequenas transacções (como idosos, invisuais ou migrantes) ou simplesmente recusam um smartphone. Sublinhe-se ainda que o dinheiro em espécie é a única forma de pagamento em situações de catástrofes naturais ou ciberataques. Trata-se de uma reserva de valor seguro em relação a crimes ou incidentes tecnológicos.
    O fim do numerário elimina a única forma de pagamento gratuita, deixando todo o espaço para a gestão discricionária de preços nas transações electrónicas. Reconhecendo este potencial destrutivo, vários países estão a adoptar medidas que o travem, nomeadamente consagrando nas suas Constituições o direito à utilização de numerário, como acontece com a Eslováquia e a Austria. Em Portugal, é obrigatória a aceitação de dinheiro físico, não existindo, contudo, sanções legais para quem viole esta obrigação: Assim, vimos por este meio exigir ao Parlamento que aprove um pacote legislativo de sanções através do qual se possam aplicar contra-ordenações às empresas que se recusem a aceitar notas e moedas, salvaguardando um direito fundamental.”
    https://peticaopublica.com/mobile/pview.aspx?pi=PT120411

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