Força desproporcionada: o caso do conflito Hamas-Israel

No rescaldo do recente round do conflito entre o Hamas e Israel, ouviu-se outra vez a lengalenga da “força desproporcionada” para qualificar a reacção israelita ao contínuo foguetório desta fação palestiniana.

Quem a entoa é a moderna esquerda dita “anti-sionista” acompanhada à viola pela direita “anti-semita”, ao toque de caixa dos aiatolas e da rua islâmica, que não podem deixar de se maravilhar pela facilidade com que conseguem fazer dançar em elaboradas coreografias, récuas de génios do “pensamento”, como o Eng. Guterres, o Daniel Oliveira, a Dona Catarina Martins, a Alexandria Ocasio-Cortez, o Dr. Miguel Sousa Tavares, e uma extensíssima coorte de indignados do mesmo ADN.

Trata-se, obviamente, de “gente de paz”, embora o seu entranhado amor pela paz tenha dias e nuances.

Não lhes encheu – por exemplo – o coração, quando de Gaza eram lançados milhares de mísseis sobre cidades. Mas irrompeu, incontível e solidário, quando os israelitas foram atrás dos autores do foguetório.

Não o sentiram quando na Ucrânia, na Síria, no Iraque, no Quénia, na Nigéria, na Líbia, no Líbano, em Moçambique, etc., morrem centenas de milhares de pessoas, em guerras onde não há sequer qualquer preocupação com as leis da guerra.

Porquê?

Porque isso está completamente fora do seu radar, porque só os indignam os conflitos onde Israel está envolvido, porque todos eles, apesar de todas as juras, albergam dentro de si, negando-o sempre, com toda a desfaçatez, o milenar monstro do anti-semitismo.

Só Israel lhes interessa, só o judeu os faz perder a cabeça, só nele cevam os ódios profundos e inconscientes. E isso, penso eu, devia fazer pelo menos acender uma luzinha vermelha nas suas cabeças.

É nestas alturas de irreprimível amor pelos palestinianos, que eles fazem petições, manifestações, abaixo-assinados, artigos de opinião e piedosos apelos à paz, com lacrimosas referências às ”vítimas inocentes” – que são, evidentemente, sempre, os civis palestinianos – à mercê da tal “força desproporcionada” dos odiosos judeus e, já agora, também dos próprios mísseis e enganos dos seus “defensores”.

Como nenhum destes extremosos defensores da paz achou até agora necessário clarificar o que entende por força proporcionada, fica no ar a vaga suspeita de que a proporção correcta é apenas aquela que cada um deles tem na respectiva cabeça que, a avaliar pela produção, não parece ser lá grande coisa na execução da tarefa aparentemente simples de raciocinar.

É que factos mostram que, apesar da “força desproporcionada”, o Hamas não parou um minuto de lançar mísseis, o que, só por si, é a prova cabal de que a força usada por Israel, não foi suficiente.

Ora, os mísseis são lançados deliberadamente sobre civis, mas estes sendo judeus, não suscitam pena, nem indignações, nem lacrimejantes petições. São judeus, logo merecem ser exterminados: nada têm de  inocentes e jamais merecerão petições pela paz e declarações inflamadas…

As mentes mais cépticas, como a minha, incapazes de ver as coisas sob a luz diafána da “resistência”, teimam em não acreditar que a mera ausência de resposta israelita aos ataques faça derreter em pleno ar os mísseis islâmicos.

Os “amantes da paz”, pelo contrário, parecem achar que se Israel assobiar para o ar e fizer de conta que os mísseis não estão a chover do ar, carregados de explosivos, a coisa se resolve por si, sem necessidade de meios militares e “agressões sionistas”.

Claro que o facto de o Hamas ser composto por “civis”, ter sido eleito pelo seu povo, lançar os seus mísseis de zonas civis, instalar os seus combatentes em casas civis, e lançar os seus projécteis única e exclusivamente contra civis é, para estes amantes da paz, completamente irrelevante.

E muito menos devemos fazer arrogantes julgamentos morais.

Abrigar-se atrás de crianças, mulheres e outros civis, parece ser uma respeitável tradição islâmica que não nos compete julgar, mas sim respeitar, costumam recomendar os “amantes da paz”. Ora, uma vez que é do conhecimento generalizado e mil vezes comprovado, que os terroristas praticam esta fascinante tradição, qual será então a força proporcionada que os amantes da paz autorizam Israel a levar a cabo?

A avaliar pelas diatribes abundantemente veiculadas pelos defensores do Hamas, como Miguel Sousa Tavares, deduz-se que a única resposta “proporcionada” seria Israel deslocar para a fronteira alguns actores e figurantes que responderiam a cada míssil mostrando a língua e dizendo “nha-nha-nha-nha-ha “. Haveria, é claro, que evitar a escalada, controlando rigorosamente as represálias, para que nenhum criminoso sionista se lembrasse de, por exemplo, responder a um míssil com uma língua desproporcionada ou berrando mais um ou dois “nha-nha”.

Isto pode parecer anedótico, mas a verdade é que, ao contrário das milhentas guerras e conflitos que opõem outros protagonistas por todo o mundo, as que envolvem Israel suscitam de imediato a inflamação do crónico anti-semitismo que se traduz, entre outras coisas, na exploração cínica das baixas civis dos árabes de Gaza, exponencializadas. Morrem 10 pessoas e fala-se de Genocídio, morrem 100 e berra-se Holocausto… É um orgasmo de superlativos odiantes e tremendos.

É vergonhosa a equivalência moral que a bempensância de esquerda, como a Dona Ana Gomes, estabelece entre um país democrático que apenas pretende viver em paz e se defende de uma agressão indiscriminada, e um grupo terrorista que tem como objectivo declarado: “Israel continuará a existir até que o Islão o arrase, como arrasou os que lá estiveram antes” – assim, reza a Carta do Hamas. A meta é a destruição de Israel, e lança os seus mísseis de instalações civis, alvejando cidades de propósito.

Todos aqueles que, como o Bloco de Esquerda, detestam Israel, e que infestam hoje as esquinas da esquerda mundial, acusam sempre as suas acções de “desproporcionadas”.

A TVI teve até o desplante de noticiar que, neste recente conflito, o Hamas reagiu com mísseis aos bombardeamentos israelitas, ou seja, exactamente o contrário do que aconteceu. Quando se mente assim, pouco há a acrescentar sobre a agenda de quem propaga este ódio.

Num exercício de pura demagogia, vincado cinismo ou patética ignorância, estes “jornalistas” salientam incontáveis vezes o facto de haver mais vítimas palestinianas.

Explicar-lhes que tal se deve a que Israel protege os seus cidadãos, ao passo que os terroristas usam os seus como escudos – Fathi Hamad, do Hamas, disse textualmente que as mulheres e as crianças palestinianas são os melhores escudos humanos. Talvez seja exigir demais à racionalidade, quando o que está em causa não é esta, mas sim o velho demónio do ódio ao judeu.

Mas o que é objectivamente a proporcionalidade, no que respeita à guerra?

Trata-se apenas de um princípio do jus in belo (justiça na guerra, Protocolo I, Adicional às Convenções de Genebra, de 1949) que diz que os benefícios do uso da força têm de ser ponderados com os prejuízos causados. Uma resposta proporcionada é a que alcança o objectivo pretendido, causando apenas os danos necessários e nada mais que isso. Ou seja, os bons fins que se pretendem alcançar não podem ser inferiores aos males causados pelos meios.

Pese embora a facilidade com que o termo é brandido nas conversas de sofá e tertúlias televisivas, é bastante mais fácil de papaguear em abstracto do que analisar em concreto, já que a avaliação de benefícios e prejuízos envolve juízos éticos sobre o valor da vida humana, de objectos culturais, etc.

Não implica, para começar, uma resposta igual ou o uso de meios equivalentes. Se, por exemplo, Israel fizesse o mesmo que o Hamas e alvejasse Gaza a esmo com exactamente o mesmo tipo e quantidade de mísseis, as vítimas palestinianas contar-se-iam por dezenas de milhares. Seria então uma resposta proporcionada?

Por outro lado, nenhum comandante militar ou líder político pode, ou deve, arriscar as vidas dos seus para proteger as vidas do inimigo.

Apesar disso Israel faz mais – muito mais! – que qualquer país do mundo para evitar a morte de civis do lado inimigo e é absolutamente notável o esforço que faz, chegando a avisar que vai atacar este ou aquele alvo, cancelando ataques no último minuto, etc. É, sem sombra de dúvida, a força armada mais moral do mundo.

O país poderia arrasar Gaza em poucas horas, causando milhares de baixas, mas prefere ser cuidadoso e encaixar milhares de mísseis sobre as suas populações, algo que, suspeito, mais nenhum Estado do mundo permitiria.

Mas o Hamas conta com a comunicação social e o ódio generalizado aos judeus e é exactamente por isso que usa os civis como escudos humanos. Quantos mais palestinianos morrerem, maior a “vitória” do Hamas, já que a sua aposta é na demonização de Israel.

A estratégia é simples e eficaz. Os terroristas disparam mísseis a partir de áreas habitadas, escolas, hospitais, mesquitas, etc. Isso coloca os decisores israelitas perante um dilema ético e legal: atacar esses sítios, correndo o risco de causar muitas baixas civis, ou não atacar e correr o risco de os mísseis daí disparados matarem os seus próprios civis. Postas as coisas nestes termos, os israelitas só atacam quando a vantagem militar obtida justifica o risco de matar civis. É este o conceito de proporcionalidade que marca a linha entre o que é legítimo e o que é crime de guerra.  

Basta imaginar o caso simples de um comandante de pelotão a atacar um ninho de metralhadoras, instalado num hospital. Pode manobrar com os seus homens, arriscando as suas vidas mas minimizando as mortes dos civis inimigos, ou pode pedir um ataque aéreo, que poupa os seus homens mas mata os civis. Eu não tenho qualquer dúvida da minha escolha, nesse caso: pediria um ataque aéreo porque, para mim, a vida de um dos meus soldados é muito mais importante do que a daqueles civis inimigos, especialmente sabendo que estão aí de propósito para proteger o ninho de metralhadoras.

É exactamente com isto que o Hamas joga. Dispara mísseis sobre Israel, atrai retaliações de legítima defesa, e dá conta das suas vítimas a cada momento, enfatizando as crianças atingidas e exagerando os números. Mata a sua própria gente e a seguir exibe-a numa parada mórbida e pornográfica, para os média fotografarem, filmarem e contarem.

Israel não usa os seus cadáveres na propaganda, não explora mediaticamente as imagens de sangue. O Hamas não só os apresenta, como tem uma estrutura totalmente dedicada a isso e que abastece as agências noticiosas de imagens hardcore, muitas vezes encenadas e falsas, como já bastas vezes ficou demonstrado.

A comunicação social ao entrar neste jogo, falando de “conflito entre as partes” e do número de mortos, evitando explicar os porquês e os contextos, está efectivamente a promover mais mortes de civis, remunerando a cínica estratégia do Hamas.

O Hamas, mesmo querendo continuar o confronto, como consta da sua Carta Fundadora, podia perfeitamente reduzir o número de baixas dos seus civis, como faz Israel: não instalar posições militares em zonas civis, criar abrigos para os civis, deixá-los abrigaram-se nos túneis e bunkers espalhados por todo o território (reservados os seus líderes e militantes), em vez de ordenar que se mantenham nos alvos.

Não faz nada disto, razão pela qual Israel tem toda a legitimidade para atacar os locais de onde são lançados os mísseis, mesmo que estejam, como estão, atrás de escudos humanos.

O direito internacional é claro neste aspecto. A responsabilidade das vítimas palestinianas é objectivamente do Hamas e da comunicação social que torna efectiva esta táctica imoral e ilegal. E é bom que isto fique claro. Cada vez que uma televisão resumir o conflito à contagem dos corpos, deve estar ciente de que alguns desses mortos são causados por si mesma.

Para esta gente, por pura ignorância ou refinado cinismo, a equação é simples: morrem palestinianos, não morrem israelitas, logo os judeus são satânicos e agressores, e os palestinianos são angelicais, injustiçados e vítimas.

Contudo, acontece que a equação ética é ainda mais simples, do que essa. Se um sniper alveja e mata deliberadamente um civil, trata-se de um crime de guerra. Se uma bomba falha um alvo militar por razões estranhas à vontade do piloto, e mata 100 civis, não é crime.

É verdade que no primeiro caso morre apenas uma pessoa e no segundo 100. Mas o que define o crime não é o número de vítimas: é a intenção, o dolo!

No caso vertente, as coisas são tão claras como isto. Israel não alveja alvos civis deliberadamente. Pelo contrário, cada decisão de ataque é precedida de uma análise por um legal adviser, que se pronuncia segundo as leis dos conflitos armados sobre as ações militares propostas. E é o jurista quem decide o ataque, pondera entre a vantagem militar e a expectativa de baixas civis.

O cálculo militar não é fácil. Os militares não existem para proteger as vidas dos civis inimigos, mas sim as dos civis próprios. Deixar de atacar um lançador de mísseis por estar junto a um hospital, ou debaixo de um prédio de habitação, pode ter como resultado a morte de civis próprios, alvejados por mísseis daí lançados.

Pelo contrário, o Hamas alveja exclusivamente alvos civis. Dispara sobre aldeias, vilas e cidades, a esmo, na esperança de aterrorizar e matar o maior número possível de pessoas. O facto de não ter grande êxito, não se deve à vontade própria, mas aos milhões de dólares que Israel gasta na protecção dos seus cidadãos.

Cada vez que lança um míssil, o Hamas comete dois crimes de guerra: dispara de zonas civis e ataca zonas civis, com a intenção de matar civis e atrair represálias sobre os seus civis. É que um dos itens convenientemente ignorados pelos aflitos defensores dos terroristas é que as leis dos conflitos armados proíbem expressamente posicionar meios militares junto a civis, usar equipamentos civis em operações militares, etc.

Israel protege aos seus civis. Instala dispendiosos sistemas ABM, constrói milhares de abrigos, opera sofisticados sistemas de alerta e aviso, não coloca os meios militares junto a civis. Gasta nisto milhões de euros. Em contraste, o Hamas proíbe expressamente a construção de abrigos, não gasta um euro em sistemas de alerta e defesa, e instala deliberadamente os seus meios militares junto aos civis, usando mesquitas, hospitais e escolas como paióis, plataformas de tiro e centros de comando.

O principal centro de comando do Hamas está, toda a gente sabe, nas caves do Hospital Central de Gaza , o Hospital de Al Schifa.

A AP, a Al Jazeera e outros meios, sabiam muito bem que o Hamas estava instalado no mesmo prédio de onde emitiam as suas diatribes contra Israel. Sabiam, mas sofrem da síndrome Fernanda Câncio: em vez de investigar e publicar a verdade, quando não lhes convém, fecham os olhos e fazem de conta que não sabem o que se passa mesmo debaixo do seu nariz, como no caso Marquês.

Tudo o que aqui se relata são factos, claros como a água e prova-se que, para quem fecha deliberadamente os olhos, a coisa mais difícil de ver é a que está mesmo à frente deles. Quem não entende esta equação básica que se joga hoje no terreno e nos nossos média, ou não está de boa-fé, ou prefere fechar os olhos, ou tem uma grave falha no sistema de valores segundo os quais funciona.

E as declarações salomónicas da esquerda mais envergonhada sobre o direito de Israel ter o direito de se defender, seguidas de um “mas”, não passam de um cínico oxímoro que se pode resumir nisto: Israel tem o direito de se defender, desde que não o faça!

Na minha opinião, este conflito, como todos os conflitos existenciais, só se resolve com a total aniquilação da vontade e capacidade de combater de uma das partes e lá chegará o dia em que Israel terá de acordar para essa dura realidade.


José do Carmo
Editor de Defesa do Inconveniente

* O autor usa a norma ortográfica anterior.

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Latest comments

  • Excelente artigo! Parabéns.

  • Há uns tempos que não lia algo tão extremado.
    Vejamos algo mais informado.
    https://www.youtube.com/watch?v=QXMG1tyJ-Uk

      • Foi o termo que naquele momento achei ser mais simpático.
        Como o senhor fez, escreveu só elogiando um lado, só denegrindo o outro e resume um conflito com mais de 70 anos a um só momento histórico, como devo defini essa escrita, essa opinião?
        .
        Mas, esqueça a minha opinião, não é importante, fui um mero mensageiro.
        Contraponha o que diz o senhor Miko Peled, porque ele fala, não de um mero momento histórico, mas das causas do conflito.

  • Análise clara e objetiva e, nos tempos que correm, corajosa.

  • Compreendo e concordo com o autor da análise; no entanto, a situação actual é resultado de circunstâncias muito complexas, de pré- condições em que os desgraçados dos Palestinianos são vítimas dos erros dos ingleses quando saíram do próximo oriente , são vítimas dos vencedores da segunda grande guerra que quiseram compensar os judeus (povo que admiro)pelo holocausto e são actualmente dominados por um grupo capaz das maiores atrocidades , o Hamas. O que a esquerda ignorante e cobarde não consegue fazer é instruir-se, ler uns livros de História e pensar racionalmente acerca do mundo, das pessoas e dos tristes tempos que vivemos.

  • Se os palestinianos são vitimas de alguma coisa será, principalmente, do Hamas.

  • Entrevista com o senhor Ilan Pappé “Israel quer completar a limpeza étnica dos palestinos”.
    No final da entrevista, um pouco de esperança.
    https://www.youtube.com/watch?v=ZU6jRBJZeR0
    O livro
    The Ethnic Cleansing of Palestine – Ilan Papper
    https://www.amazon.com/Ethnic-Cleansing-Palestine-Ilan-Pappe/dp/1851685553

  • Assim, de repente, quem limpa o cebo a palestinianos como quem come caracóis, é o Hamas, começando por usá-los como escudos humanos, vulgo carne para canhão.

  • Caro José do Carmo,
    Já nos conhecemos há mais de 20 anos e sabes que comungo contigo as tuas doutas opiniões,.
    Mas não tenho a mesma capacidade que o meu caro amigo tem, de me exprimir ao seu nivel…

    Quanto aos “comentadeiros” de lana caprina das nossas praças (Portuguesa e Estrangeiras), só era preciso os incrivelmente precisos misseis Israelitas, começarem a fazer a necessária limpeza noutras latitudes e longitudes….
    Eu cá estou disponivel para apontar o laser de precisão, para não falharem os alvos…
    É que toda essa gente em conjunto, para além de consumirem Oxigénio e contribuir para o abate das florestas para lá prantar por escrito as respectivas bacoradas, nada de util fazem à sociedade, que na minha modestíssima opinião, está dividida em dois grandes sectores: os FAZEDORES e os FALADORES…

    Se alguém tivesse um precalço e fosse parar a uma Ilha deserta, quem gostaria de ter por companhia, um FALADOR ou FAZEDOR ao seu lado?

    Pessoalmente tenho nojo dos FALADORES, porque sempre contribui como FAZEDOR para a sociedade sendo que os FALADORES apenas lançam a confusão ao invés de ao menos, FAZEREM uma escrita acertiva, isenta e pródiga que no minimo fosse educativa e esclarecedora…

    E mais não digo, por não saber ler nem escrever…

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