Desparasitar o País

Como todos sabemos, vivemos numa situação muito crítica relativamente aos jovens que não conseguem exercer a sua capacidade de trabalhar. Por muito bonito que a comunicação social veicule que a taxa de desemprego está a baixar, o índice em causa é a taxa de desemprego jovem a nível nacional. Essa taxa retrata, de um modo perfeito, quanto este Governo parasita, e câmaras do Partido Socialista, se interessam pelos jovens.

Infelizmente, vivemos num Estado em que os mais experientes é que valem, os mais velhos é que sabem e em que os jovens são considerados os parasitas da sociedade. Porém, esquece-se que esta desprezada geração jovem é a mais qualificada de sempre.

É com cursos do IEFP, com formações mais-do-mesmo do que foi aprendido durante a formação académica, que se aumenta o emprego jovem?!… É com trabalhos precários que nós, jovens, temos futuro?!… É este Governo e câmaras parasitas, que ao longo da legislatura nunca se importaram com os jovens, que vão resolver o problema?!

De acordo com um estudo referido na página do Facebook, “Mais Liberdade”, Portugal é um dos países da União Europeia onde a “cunha” é prática comum. Isso revela o critério da escolha nos processos de recrutamento, seja nas entidades privadas seja nas entidades publicas.

Apelo aos jovens que demonstrem a sua indignação em relação a este desprezo do Estado. Tendo em conta que estamos em mês de eleições, os jovens devem ler os programas dos partidos e de grupos de cidadãos independentes e votar em massa naqueles que apresentem propostas de empregabilidade dos jovens.

Muitos pensam que os jovens são uma nulidade, mas em vez de os rejeitarem, importa pensar que o futuro do País lhes pertence.

Por isso, é importante desparasitar o País da incompetência e negligência do Estado e autarquias face ao jovens. É hora de os políticos nos ouvirem!


João Monteiro

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Latest comments

  • Simpatizo e muito com o que diz, mas o ensino teria de dar uma volta enormíssima para deixar de parecer e passar a ser um que efectivamente prepare os jovens para poderem levar o país a bom porto. E é aí que a porca torce o rabo. O ensino começa em casa, mas os pais já não ensinam, ou poucos ensinam, porque não se ensina aquilo que não se sabe e/ou porque, à muito, foi-lhes sub-repticiamente, retirada essa possibilidade.
    As gerações anteriores também se queixaram do mesmo e quando chegou a altura de poderem alterar a situação… a pequenez levou a melhor.
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    “Tendo em conta que estamos em mês de eleições, os jovens devem ler os programas dos partidos e de grupos de cidadãos independentes e votar em massa naqueles que apresentem propostas de empregabilidade dos jovens.”
    Pescadinha de rabo na boca. Há una anos fizeram um estudo que revelou que os maiores níveis de corrupção encontravam-se nos partidos, logo, ir votar em elementos escolhidos pelos partidos (promessas leva-as o vento), e que depois nós vamos “escolher”, em 2ª mão, não me parece ser um bom conselho. Até porque o colectivismo é o elo comum a todos eles.
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    Não quero nem gostaria que se entendesse o que escrevo como uma desvalorização do que diz. É muito importante que os jovens se apercebam do intrincado de toda a situação que foi criada, propositadamente.
    Como não tenho o dom da palavra, socorro-me de mais uma achega.
    https://novoadamastor.blogspot.com/2021/09/portugal-um-pais-falido.html
    É com satisfação que vejo pessoas juntarem-se e criarem o “insurgente” e também em termos individuais.

    • Correcção.
      Onde se lê insurgente deve ler-se inconveniente e sem aspas.
      Peço desculpa pela gralha.

  • Espero que goste deste vídeo.
    Norman Dodd On Tax Exempt Foundations
    https://www.youtube.com/watch?v=YUYCBfmIcHM
    Legendado
    https://www.youtube.com/watch?v=aRljugT0DLo
    .
    Penso que ajuda a perceber um pouco mais o que se passa com educação. Com as organizações supranacionais das quais somos submissos seguidores, deixamos que nos tracem, e dos nossos, o destino que entendam. Por norma mau.
    Veja por exemplo o que se tem passado com o covid e a organização mundial da saúde.

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