China já estudava uso militar de coronavírus em 2015, dizem os EUA

Cientistas ligados ao Exército de Libertação do Povo (exército chinês) já discutiam, em 2015, a possibilidade de uso de “armas biológicas e genéticas”, incluindo coronavírus SARS, na provocação de uma terceira guerra mundial, noticiou em 7-5-2021, The Australian. Essa revelação do dossiê chinês consta do documento intitulado “A origem não natural do SARS e novas espécies de vírus sintéticos como armas biológicas genéticas” do Departamento de Estado dos EUA e que o jornal australiano verteu.

O dossiê do exército chinês prescreve que “a recém-descoberta capacidade de congelar e secar micro-organismos tornou possível armazenar agentes biológicos e aerossolizá-los durante os ataques”. O dossiê foi produzido por dezoito cientistas chineses que trabalharam em laboratórios de “alto risco”.

Esta notícia é explorada no livro “What Really Happened in Wuhan”, da jornalista Sharri Markson, que será publicado em setembro de 2021.

A descoberta de que o Exército de Libertação do Povo estudava o potencial militar dos coronavírus SARS em 2015, faz aumentar as suspeitas sobre a origem do SARS-CoV-2 do laboratório de virologia de Wuhan e não no mercado local da mesma cidade, como a explicação oficial avançada inicialmente pelas autoridades chinesas. O referido dossiê revela também que uma arma biológica seria essencial para a vitória num possível confronto, já que impactaria o “sistema médico do inimigo”.

em 2018, os EUA avisavam sobre experiências perigosas de coronavírus nesse laboratório. E agora, inclusivé nas declarações do presidente Biden, é visível uma progressiva desconfiança da administração norte-americana sobre a origem oficial do coronavírus no mercado de Wuhan.

Agências de espionagem também crêem que possa ter resultado de um vazamento do Laboratório de Virologia de Wuhan. Tom Tugendhat e James Paterson, presidentes dos comités de espionagem e relações exteriores britânicos e australianos, dizem que este documento do exército chinês levanta grandes preocupações sobre a origem da pandemia.

O coronel britânico, especialista em armas químicas, Hamish de Bretton-Gordon: “a China frustrou todas as tentativas de regulamentar e policiar os seus laboratórios onde tal experiência pode ter ocorrido”.

As suspeitas sobre a origem humana da pandemia chinesa são de dois tipos: libertação do coronavírus como arma biológica ou acidente por fuga do coronavírus devido à deficiente segurança do laboratório. Em qualquer dos casos, a responsabilidade do Estado chinês é evidente – tal como na falta de contenção da epidemia de informação internacional atempada, o que dificultou a contenção da doença.

Passado mais de um ano desde a sua origem, o coronavírus SARS-CoV-2 continua a assolar a humanidade e a pandemia a acumular números de mortos. Apesar da vacinação, a pandemia está longe do controlo, especialmente nos países menos desenvolvidos.

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  • “Não tenho ideia de quais serão as armas necessárias para combater na Terceira Guerra Mundial, mas na quarta sim:
    será travada com paus e pedras.

    Albert Einstein

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