É impossível contar todas as palavras que circulam no mundo, elas são infinitas como os grãos de areia do deserto. Podem ser odiadas e amadas como os seres humanos, porque têm os mesmos defeitos e virtudes: podem ser falsas ou verdadeiras, hipócritas ou sinceras, credíveis,

- Opinião - Há uma peculiaridade na língua portuguesa, tão rica de vocábulos, provérbios, expressões idiomáticas, que merece uma pausa de reflexão. Refiro-me à curiosa repetição de certas palavras no diálogo entre as pessoas.

Hoje em dia para ser e existir, à maneira Descartiana, não é suficiente pensar. Para demonstrar que somos Humanos, sem deixar dúvidas, é necessário confirmar primeiro que não somos "um robô", e depois, para poder navegar na vida (vingar, na antiga linguagem analógica) é preciso

- Opinião - Nesta overdose de números prepotentes em que vivemos, desejantes de serem entendidos, perdeu-se, paradoxalmente, a capacidade basilar do cálculo mental: a geração digital não sabe a tabuada e a geração analógica já quase a esqueceu. Duvida-se da própria cabeça, sem pestanejar sequer,