As bases programáticas do Transnazismo II

Do condicionamento dos cidadãos e da promoção do Terror

1/5 – O Controle da Comunicação

A chave de ignição da máquina de difusão do medo, que se tornaria terror, foi o controle brutal de toda a comunicação pública. Este controle serviu de base para a difusão de propaganda politica, transmitida como se fosse “A Ciência”, sem que as afirmações difundidas tivessem qualquer suporte cientifico, ou seja, que fossem baseadas na produção de prova, obtida segundo o método cientifico.

Salienta-se que já em 2019, antes de Dezembro, inusitadas injeções de capital com origem no Governo inundaram as redações em crise, por coincidência! Essas injeções de capital foram repetidas posteriormente, em parte com conhecimento público, sem que entidades supostamente reguladoras tivessem intervindo, com qualquer grau de eficácia.

A propaganda politica encontrou nas TV, desde esse momento todas controladas pelo regime, o seu expoente máximo: pivots de TV, queridos e até venerados pelo grande público; pretensos especialistas, sobretudo ligados à Grande Farmácia, alguns sem terem sequer formação em medicina; comentadores generalistas, subitamente elevados à categoria sagrada dos ‘epidemiologistas’ ou ‘virologistas’, todos recitaram e recitam uma cartilha manipulatória, com vagas reminiscências de Normas da DGS, meras recomendações, por sua vez elevadas ao estatuto de Lei.

A politica apropriou-se do conhecimento, através de um processo de transmutação da ciência, ao subverter conceitos médicos e epidemiológicos, gerando assim uma transciência, uma burla moldada à medida da Agenda. Esta transciência é na verdade uma religião oficial essencialmente difundida via TV, que tem de ser ‘seguida’, sem discussão.

A Comunicação Social livre rapidamente evoluiu para uma Comunicação Social Oficial (CSO), isto é, dependente de orientações Governamentais.

2/5 – A Promoção do Absurdo

Mesmo sem grandes conhecimentos técnicos, era desde o inicio evidente o absurdo na narrativa, aqui designada como oficial. Absurdo que é imposto às populações, no sentido em que a supressão do pensamento lógico constitui um fator essencial para permitir a evolução politica que era pretendida.

O absurdo foi utilizado metodicamente como uma arma para condicionar a população nos seus pensamentos e até convicções, de forma deliberada.

Por exemplo: inicialmente o virus ‘novo’ foi apresentado ao grande público como Covid-19, em que ‘Co’ significava corona, ‘v’ significava virus, ‘id’ era a identificação do mesmo (identity) e 19 representaria o ano da sua descoberta, 2019.

O virus inicialmente designado como ‘novo coronavirus’ foi batizado ‘cientificamente’ em 2020 como SARS-Cov2, apesar dos estudos originais apontarem para um agente não relacionado com o virus SARS.

A sigla SARS significa de facto o nome de uma doença, Sindrome Respiratório Agudo Grave, algo que nunca foi descrito de forma objetiva nos casos reportados em trabalhos publicados, na vasta literatura (um exemplo de sindrome respiratório agudo é uma crise de asma, em que a pessoa está bem e segundos depois entra em dificuldade respiratória).

Ora rapidamente, quando as entidades responsáveis verificaram que o nome SARS-Cov2 estava a divulgar-se, ao contrário do esperado, a designação Covid-19, já extensamente publicitada e com o peso de uma marca consolidada, foi redefinida como o nome de uma nova doença (algo sem qualquer fundamentação clinica, ainda hoje) enquanto o virus era o SARS-Cov2.

O resultado final é que o nome da doença evoca um virus enquanto que o nome do virus evoca a doença!

Outros exemplos óbvios incluem a posição dos dirigentes da DGS sobre a gravidade da ameaça viral, as recomendações divergentes sobre o uso de máscaras e de luvas, ou a existência de uma terapêutica genética voluntária, cuja recusa acarreta graves consequências.

O absurdo foi criteriosamente utilizado, ou aproveitado en passant, como forma de confundir e subjugar o sentido critico mais elementar. Ou seja, a afirmação desta nova autoridade pode medir-se pela capacidade de implementar o absurdo.

Orientações contraditórias tinham de ser apercebidas como algo normal, a não questionar, desde que oriundas de fonte com ‘credibilidade’, ou seja, dos defensores das posições governamentais.

Esta supressão da lógica, via propaganda, constituiu uma das estratégias fundamentais utilizadas desde a raiz pelo novo regime totalitário.

(continua num próximo artigo)


Henrique Guerreiro

* O autor escreve segundo a sua própria norma ortográfica.

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Latest comment

  • Muito bom.
    Se “dúvidas” houvesse sobre a CULTURA do MEDO INSTALADO, basta ver «O PAPEL DAS EMOÇÕES EM CAMPANHAS DE PROMOÇÃO DE
    COMPORTAMENTOS DE SAÚDE», execrável “cartilha doutrinária” da D.G.S./ “task force”, em particular a página 5, epítome do “evangelho segundo São Costa, Santa Temido, Santa Freitas e São «avô compotas»”, entre outros “apóstolos da saúde” a soldo das «farmacêuticas». Elucidativo. (entretanto “removido” do site da D.G.S., quando começou a «dar bronca» nas redes sociais mas, atempadamente, foram retiradas cópias. Esteve disponível em: https://covid19.min-saude.pt/wp-content/uploads/2021/12/PB07.pdf?fbclid=IwAR0lRHYHA8ZeCQgjV9duuoQAgef8KyiF-XKptW5EAaisM5JJqmXHuregfWk

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