A esquerda faz uso do moralismo mentiroso

Os esquerdistas gostam de apagar e reescrever a História. Está-lhes no código genético. Fazem isso há séculos. São um produto da mentira e da inveja e usam esses dois vícios com a mestria de quem tem experiência de séculos.

Não é a primeira vez que vandalizam estátuas que simbolizam personagens e eventos históricos que não lhes agradam.

Não é só agora que os esquerdistas censuram livros e autores.

Essa atitude censória é produto do moralismo mentiroso. Julgam-se donos da verdade e do futuro histórico.

Têm o monopólio do bem e da virtude. Consideram-se os detentores do destino histórico. A finalidade culminante da construção do comunismo justifica os meios para alcançar esse superior desiderato.

A esquerda marxista acha-se moralmente superior. Detentora do bem e da virtude, sempre pronta a desclassificar os adversários, expulsando-os do espaço púbico, faz uso da censura e do policiamento da linguagem com a mestria de quem ocupa o espaço público há mais de um século.

Ramiro Marques

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