A “coragem” de António Guterres ao desprezar os judeus…

Na linha do discurso justificativo de António Guterres, o secretário-geral da ONU, sobre o massacre de 7 de outubro de 2023 de judeus pelo Hamas (“the attacks by Hamas did not happen in a vacuum”, 24-10-2023, itálico meu), atente-se aos números:

O Islão é maioritário em 49 dos 193 países do mundo (membros da ONU), correspondendo a 25,3%, e 1,8 dos 8,087 mil milhões do planeta (22,2%).

Os judeus são maioritários apenas num país, Israel, e são apenas 15,7 milhões, ou seja, cerca de 0,5% dos países e cerca de 0,2% da população.

Portanto, o Islão vale 49 vezes mais votos na ONU e tem 111 vezes mais população do que os judeus. E mesmo nos EUA, onde são cerca de 1,9% da população contra 1,1% da população islâmica do país, é esperado que ultrapassem o número de judeus no ano 2050, com um crescimento maior durante a administração Obama.

Grande coragem, a de António Guterres, ao favorecer o Islão em detrimento dos judeus!…


António Balbino Caldeira
Diretor

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Latest comments

  • Mas … dali seria de esperar coisa melhor?

  • Segundo dizem as más línguas, tanto dentro como fora de Israel, o Hamas foi criado com o suporte do dinheiro americano e com o apoio de Benjamin Netanyahu. Uma das razões era para retirar força à autoridade palestiniana.
    Concordo que estas “coisas” não acontecem por acaso, por nada e para nada.
    Quantos países islâmicos têm direito de veto nas Nações Unidas?
    Tenho quase a certeza que António Guterres sabe que teria uma vida muito mais confortável se não tivesse defendido o povo palestiniano.

    • E provas dessas acusações absurdas e criminosas?

      • “E provas dessas acusações absurdas e criminosas?”
        O senhor não está interessado em provas. Está interessado em silenciar-me. Porque será?
        A história repete-se.

      • O senhor acredita que os alemães exterminaram 6 milhões de judeus durante a 2GG?
        Se não acredita corre o risco de ser punido legalmente, se acredita, é porque tem provas. Se não as tem, e faz afirmações desse tipo, corre o risco de estar a fazer acusações absurdas e criminosas. Certo?
        O que eu escrevi foi baseado no que li em jornais israelitas. Se, por acaso, procura outro tipo de provas, penso que é a eles que se deve dirigir. Se obtiver provas em contrario estou disposto a corrigir o que escrevi.

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