A bazuquinha do Costa

O inquérito da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), que decorreu entre 2 e 10 de junho, recolheu as opiniões de 397 empresas de pequena e média dimensão, 46% do setor de indústria e energia, 24% de outros serviços e 13% do comércio. Dos inquiridos, 90% não considera que o impacto do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) será significativo, tal como o Inconveniente já previra em 20-2-2021.

Num artigo, do dia 21-6-2021, no Eco, Mónica Silvares refere que “Portugal vai ter de cumprir 35 medidas para assegurar o pagamento de 636,13 milhões em subsídios a fundo perdido. A maior parte das medidas correspondem à área da inovação.” (Realce do Inconveniente).

Flávio Nunes, em artigo do Eco, de 14-6-2021, relata que “Mais de metade das empresas sondadas num inquérito da Confederação Empresarial de Portugal (CIP) estimam um impacto pouco ou nada significativo do PRR na sua atividade económica.”

A “bazuca” parece estar a encolher porque dos milhares de milhões, só chegarão, até ao fim do ano, menos de mil milhões.

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