A abolição da mulher

A Câmara dos Deputados chilena aprovou um projeto de lei de garantia dos direitos das “pessoas menstruantes”, em 10-5-2022. O projeto de lei está agora no Senado para ser transformado em lei, no país presidido pelo marxista Gabriel Boric em coligação de governo com o Partido Comunista.

A “mulher” desaparece, pela primeira vez, de um diploma legal, sendo substituída pela “pessoa menstruante”. O princípio declarado nesta abolição da mulher é a não discriminação de transexuais que ainda não removeram o aparelho reprodutor feminino e de mulheres que se identificam como pessoas não-binárias.

A novilíngua oficial chilena promove o novo conceito de “equidade de género”, numa atualização progressista do conceito anterior de igualdade de género.

Esta política chilena insere-se no aprofundamento radical da neo-marxista ideologia de género, que mais além da orientação sexual, pretende eliminar a biologia dos sexos.

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Latest comments

  • Isto vai de ridículo em ridículo, mas neste caso em particular parece-me que a discriminização é ainda maior porque neste conceito não podem incluir-se nem as mulheres depois da menopausa nem as que por algum problema de saúde, por exemplo, tenham removido o útero e nem “as tais” que nasceram homens.

  • Se perguntarmos a estas pessoas se gostam dos filhos… elas estão convencidas que sim.

  • Progressista tem a ver com progresso, ora neste caso trata-se de seguir o caminho da loucura, do obscurantismo, mas mais grave é o caminho para tornar intocável em argumentos a ideologia de género, é querer negar aquilo que os olhos das pessoas vêem, se tenho um indivíduo no caso um individuo com aspecto de homem, no caso um marmanjão tenho de o tratar como, senhor, senhora, senhoree (?), tenho de negar o que vejo?
    Trata-se de um problema dele, do seu foro íntimo a sociedade não tem nada a ver com problemas pessoais ou deveriam andar com uma braçadeira a dizer, eu sou isto ou aquilo?
    O que acontece é que amanhã estas minorias se estão a apropriar da cultura e do ensino provocando confusão,à falta de proletário o neomarxistas foram arranjando no “lumpen” o seu exército e não têm problemas em chamar de fascista a quem não lhes diz o que vê, tem de dizer o que querem, começou nas Universidades, seguirá em breve para o ensino básico.
    Na América Latina é um trabalho do Foro de S. Paulo, de Lula, de Fidel criado há umas dezenas de anos, financiado por grupos terroristas ligados ao narcotráfico.

  • La Cámara aprueba el proyecto que promueve, resguarda y garantiza los derechos de las personas menstruantes.

    Pasa al @Senado_Chile

    A loucura e imbecilidade a que estes indivíduos, parlamentares de um regime extremista chegaram, com a criação deste decreto e deste texto do governo comunista chileno, “engloba todas as pessoas com capacidade para menstruar,independentemente da sua condição, são titulares do direito a uma gestão menstrual livre e digna (…) sendo dever do estado apoiar e promover as diversas políticas públicas necessários ao seu adequado exercício.”, deixa qualquer pessoa com um mínimo de bom senso confusa onde a imaginação delirante de um governo pode chegar através das ideologias com origem em Gramschi.
    De facto, a América Latina, a Europa e a América do Norte estão numa deriva ideológica com origem no meio universitário norte americano, cujo estado odeiam e que culpam por tudo o que de mal lhes acontece, desde as cheias, as secas, os terramotos, a violência e assassinatos, o bem e o mal e também, os cartéis de drogas cujo financiamento e branqueamento dos dinheiros gerados por estes, dos partidos onde votam, por imbecilidade pavloviana, torna difícil perceber onde começou a coisa e como irá terminar.
    Ora deixar de utilizar a palavra mulher que representa não um conceito ou uma ideia apenas mas também um ser, para substituir por um humanóide ou seja, ” pessoa que menstrua”, deixa de fora as crianças e as pré-púberes que ainda não tiveram a primeira menstruação, (menarca) e ainda as que deixaram de menstruar por cirurgia, por doença ou tratamento médico sempre com consentimento, excepto talvez na RPC e regimes amigos do chileno, por exemplo, logo, por imposição política demográfica, por menopausa precoce ou por causa da evolução natural, ficam a fazer parte das pessoas que não menstruam, os humanóides.
    Então, vão ser colocadas num gheto por motivos ideológicos? Vão usar uma fardinha à boa maneira nazi, fascista ou comunista, como fizeram os Nazis, a URSS, os Fascistas, os Maoístas e afins?
    Não sei, parece-me que a lei aplaudida tem de ser um pouco melhorada, analisada, já nem digo que plebiscitada porque isso é impossível,mas caramba, repensada para melhorar as condições de tais pobres humanóides e também acordar os calaram e que aceitaram bovinamente a coisa.

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