Bastante se fala dos problemas do SNS na praça pública, ao mesmo tempo que no Parlamento se tecem sucessivos louvores à entidade que se foi tornando um simbolo para o regime. O público em geral apercebe-se da contradição, sem entender as causas, o que gera

Quarenta e oito anos depois da guerra do ultramar, o primeiro-ministro pediu desculpa pelo massacre de Wiriyamu. O problema não está em ser contra tais massacres ou em defender uma posição de afronta a tais atos, mas sim na dualidade de critérios que nos pretende