A maioria dos países democráticos, incluindo Portugal, tem aderido automaticamente a todas as convenções e “avanços”, e há muito que deixaram de fabricar, comprar, instruir e operar certos tipos de armas e munições. O que equivale a dizer que se desarmaram unilateralmente, depositando as suas

Portugal, já miserável, mas deslumbrado com esta “Europa”, faz lembrar a história do africano que, ao ver o leite a ferver numa cafeteira crescer e transbordar, repetia: “Que Deus te acrescente!”, “Que Deus te acrescente…”, até que o leite desapareceu, acabando por dizer: “Deus te acrescentou, e o Diabo te levou!”.

No momento em que escrevo, as ofensivas russas, avançando com enormes e inesperados custos, parecem ter perdido todo o ímpeto e sido geralmente detidas pelas defesas ucranianas, apoiadas em obstáculos naturais e pontos fortes urbanos, a cavalo dos principais eixos de aproximação.